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LostBrasil - Índice do Fórum » Esportes  » Fórmula 1 » Estórias e Histórias da F1

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 Estórias e Histórias da F1 « Exibir mensagem anterior :: Exibir próxima mensagem » 
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reinaguimar
MensagemEnviada: Quarta Abril 29, 2009 13:14  |  Assunto: Estórias e Histórias da F1 Responder com Citação





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Bem como temos a área, tenho a idéia de que façamos deste espaço um local para postarmos causos, ou fatos sobre F1, sendo estes de qualquer época!!

Inicio com um bobinho mas interessante.

P.S.: Lembrem-se de trazer junto com o Texto a fonte, quando possível, obvio, afinal quem conta um causo amenta um livro!!!

Abraços




O duelo maluco entre Senna e Galvão na Cidade do México



Piloto e locutor praticamente destruíram dois carros alugados num racha (Foto: Extraída de http://f1nostalgia.blogspot.com / sem crédito divulgado)


O episódio que é tema da coluna "Você Sabia?" desta quarta-feira é contado no livro "Deixa que eu chuto", de Renato Maurício Prado. Repórter do jornal "O Globo", o jornalista cobriu como correspondente toda a temporada de 1987 da Fórmula 1. Naquele ano, Nelson Piquet se sagrou tricampeão ao conquistar seu único título pela Williams e Ayrton Senna, a bordo da sua Lotus amarela, finalizou o campeonato em terceiro.

Em seu relato, Maurício Prado conta alguns episódios "excitantes" que passou com Senna ao longo do ano. Num deles, o jornalista caminhava com dois colegas no estacionamento do autódromo de Zeltweg, na Áustria, quando avistou a BMW azul de Senna ao longe. O piloto da Lotus acelerou na direção deles. A toda velocidade.

De forma instintiva, todos os três se tacaram para longe, caindo na grama ao lado do estacionamento. Ayrton parou o carro, saiu rindo e provocou: "Mas que bando de medrosos, hein? Olha só como eu parei longe de onde vocês estavam?", brincou Ayrton, apontando para as bolsas que os jornalistas deixaram para trás e ficaram a apenas alguns centímetros do para-choque da BMW.

Durante o fim de semana do GP do México, Maurício Prado viveria sua maior aventura com Senna. Junto com outros jornalistas, incluindo o locutor Galvão Bueno, eles saíram para um jantar "em que se conversou de tudo, menos de automobilismo". Na volta para o hotel, Galvão ia dirigindo um dos carros alugados e Senna vinha no outro. Foi aí que começou um surreal racha pelas ruas da Cidade do México. Maurício Prado, que estava no carro de Galvão, conta como foi:

"'Se segura que lá vem ele...'. Parados no sinal, custei a entender o alerta de Galvão. O ronco do motor do carro de Senna me despertou para a realidade. Mal tive tempo de apoiar as mãos no painel à minha frente, antes que fôssemos abalroados na traseira. Engatando a ré, Galvão jogou o nosso automóvel contra o de Senna. Um acelerava para frente, outro para trás. Para-choques colados, os dois carros cantavam pneus alucinadamente e uma espessa cortina de fumaça, com cheiro de borracha queimada, emergia-se do asfalto.

Olhos esbugalhados, os motoristas, à nossa volta, não entendiam patavinas. Quando a luz verde do sinal enfim surgiu, arrancamos voando, perseguidos pelo Ayrton. Na madrugada da Cidade do México, disputamos, então, um Grand Prix de malucos. Ora era o Galvão que jogava nosso carro contra o de Ayrton - e toma de pancada nas laterais, na traseira e até nas portas um do outro - ora era Ayrton que desaparecia numa esquina para surgir numa transversal, duas ou três ruas à frente para mais uma tremenda cipoada, quase nos matando de susto...

A situação era tão surrealista que, embalado pelo delicioso vinho do jantar, estava até achando graça quando, enfim, entramos no hotel - vitoriosos após acertamos uma última 'lambada' no carro de Senna. Mais surreal mesmo somente a cena de entregados dos veículos, no aeroporto, na manhã seguinte. 'Esse trânsito de vocês é infernal, hein?', comentou Ayrton, antes de jogar a chave para o funcionário da locadora, que até hoje deve se perguntar como alguém capaz de sofrer tantos 'acidentes' podia guiar profissionalmente".

Fonte: Sydnei Rezende


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Maggot#9
MensagemEnviada: Quarta Abril 29, 2009 13:24  |  Assunto: Responder com Citação





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Kollber
MensagemEnviada: Quarta Abril 29, 2009 13:32  |  Assunto: Responder com Citação





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Opa,


Tenho uma...

Ida à churrascaria com muita ‘emoção’ no trânsito carioca

Cacá Bueno conta que o tricampeão mundial fazia loucuras nas ruas


Galvão Bueno, narrador da Rede Globo, sempre foi um dos melhores amigos de Ayrton Senna durante toda sua carreira. Quando estava no Brasil, os dois sempre se visitavam, para alegria de Cacá e Popó Bueno, na época apenas crianças, que apenas sonhavam em seguir carreira no automobilismo.

Em uma dessas visitas à casa de Galvão Bueno, no Rio de Janeiro, Cacá, filho mais velho do narrador, foi almoçar com Senna em uma churrascaria. Mas a emoção maior não foi o encontro. Foi o caminho.


- Teve uma vez em que lembro do meu irmão ter ido almoçar com o Ayrton em uma churrascaria. Quando ele voltou, veio correndo falar comigo: “Cara! Você não tem idéia de como esse cara (o Ayrton) dirige! Ele fez várias maluquices no trânsito! Subia na calçada, costurava todo mundo” (risos) lembra Popó.


- Tínhamos um carro bem velho na época. Não sei direito o modelo, mas ainda lembro que o Ayrton deve ter quebrado todas as regras de trânsito possíveis e imagináveis. Ele veio costurando na rua, subiu na calçada... E isso tudo não era devagar. Fiquei impressionado. Ficava olhando e pensando: “Nossa! Como esse cara dirige! diz o bicampeão da Stock Car.

Fonte: F1 Na Globo.com


Abraço!


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reinaguimar
MensagemEnviada: Quarta Abril 29, 2009 13:43  |  Assunto: Responder com Citação





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A malandragem que rendeu o primeiro título de Fangio



O argentino Juan Manuel Fangio ganhou cinco títulos em sua vitoriosa carreira na Fórmula 1, mas talvez o mais difícil de todos tenha sido o primeiro deles. Em 1951, o argentino corria pela equipe Alfa Romeo, que usava carros construídos antes da II Guerra Mundial e se preparava para deixar as pistas no fim daquele ano. A adversária de Fangio era uma escuderia novata chamada Ferrari, cujo desempenho começava a despertar a paixão dos fanáticos torcedores italianos.

No início da temporada, Fangio e a Alfa levaram vantagem. O argentino venceu o GPs da Súíça e da França e abriu vantagem no campeonato. Na Bélgica, o triunfo ficou com o companheiro de Fangio, o italiano Giuseppe Farina. A partir do GP da Inglaterra, porém, a Ferrari reagiu. Em Silverstone, o argentino José Froilan Gonzalez conquistou a primeira vitória da hoje lendária escuderia do cavalinho rampante. Na sequencia, o italiano Alberto Ascari, principal piloto da Ferrari, ganhou com tranquilidade os GPs da Alemanha e da Itália.

A sétima e decisiva prova do campeonato seria na Espanha. A corrida foi marcada para o circuito de rua de Pedralbes, localizado no subúrbio de Barcelona e que hoje está desativado. Fangio tinha dois pontos de vantagem para Ascari, mas o favoritismo era todo o italiano. No treino classificatório, Ascari sobrou e estabeleceu a pole position com quase dois segundos de vantagem sobre o adversário. Fangio precisava reagir e, ao lado do chefe de equipe Gioacchino Colombo, bolou a estratégia que lhe renderia o título.

A Ferrari tinha um carro mais rápido, leve e econômico do que o da Alfa, de modo que Ascari precisaria fazer menos paradas de pit stop do que Fangio. Então, quando os carros já estavam sendo alinhados no grid, veio a surpresa: o Alfa de Fangio apareceu com dois tanques de combustível extras. Isso significava que o argentino seria capaz de fazer a corrida inteira sem parar para reabastecer, o que anularia uma das principais vantagens da Ferrari.

A equipe de Ascari entrou em pânico. Era preciso reagir de alguma maneira. E assim, para aumentar a performance em pista, a Ferrari optou por colocar todos os seus carros com rodas de aro 16, menor do que o usual. Um erro catastrófico, e que custaria o título de Ascari. Fangio, com suas rodas de aro 18, largou bem e acompanhou o ritmo do italiano nas primeiras voltas. Logo tudo correria a favor do argentino.

Na sexta volta, a Ferrari começa a perceber que havia cometido um erro trágico: o italiano Piero Taruffi encosta nos boxes com um pneu furado. Uma volta depois, é a vez de Luigi Villoresi. Mais um giro e quem vai para os pits é Ascari, que perde muito tempo e volta no meio do pelotão. Ainda antes da metade da corrida, Gonzalez também sofre um furo e é obrigado a encostar nos boxes.

A rotina da Ferrari seria a mesma até o fim da corrida: seus pilotos paravam constantemente nos pits, com problemas incorrigíveis de pneu. Enquanto isso, Fangio disparava na ponta. Então, quando já estava tranquilo na liderança, o argentino vai aos boxes da Alfa Romeo e realiza um pit stop. Os mecânicos da Ferrari não acreditam no que estão vendo. Num "blefe" genial, Fangio e a Alfa largaram com os dois tanques de combustível extra vazios. O argentino perdeu tempo nos pit stops, mas já havia induzido a Ferrari ao erro que faria toda a diferença.

Na bandeirada, ao fim de 70 voltas, Fangio venceu com 54 segundos de vantagem para Gonzalez. Farina, na outra Alfa, terminou na terceira posição, seguido pela Ferrari de Ascari. Pela primeira vez na carreira, Juan Manuel Fangio era campeão mundial de Fórmula 1. Uma conquista que se tornaria rotina nos anos seguintes, quando o lendário "El Maestro" levou um total de cinco troféus de campeão.



Fonte: Sydnei Rezende


Abraços


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Maggot#9
MensagemEnviada: Quarta Abril 29, 2009 15:16  |  Assunto: Responder com Citação





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Na sexta volta, a Ferrari começa a perceber que havia cometido um erro trágico

É amigos... isso vem de muuuuito tempo atrás Bad Grin


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reinaguimar
MensagemEnviada: Quarta Abril 29, 2009 15:20  |  Assunto: Responder com Citação





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Maggot#9, huahuahuauha...pensei a mesma coisa quando li!!!


Abraços


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